quinta-feira, 11 de junho de 2026

Dica

 Waldir Dicá me permite botar um comentário nessa fotografia 


Tá aí nego Véio que me fez repensar o que é malandragen, curtir todos sambas em todo canto da cidade, mas dá família nunca esquecer, ele me contou e mostrou as suas raízes e que pra honrar as nossas origens a gente nada que esconder, me disse que seu povo era de uma área onde passava um rio que os preto navegava era Januária pode crê pode crê

terça-feira, 14 de abril de 2026

Se deixar eu no batuque

 Se me deixar batucar 

Eu batuco não machuco

Toco com carinho o tambor 

Rezo de Iemanjá, nanã buruque 

Ogun e xangô 

Mãe oxum na beira d'água 

Um brado da mata

 Oke Oke

 Aro Jurema e Pai Oxossi 

Lança e flecha para o ar 

Sei que vai derrubar 

Inimigo que aparece 

E na escuridão tem guardião 

Que é meu compadre 

Com charuto e um conhaque 

Não meche não comigo não 

Se não vai sentir o baque 


Santa guerreira 

quinta-feira, 12 de março de 2026

De pé na estrada

 Se você um maluco de estrada

Com uma mochila nas costa

E uma calça rasgada 

A pé chinelo ou de botas

Ele não liga pra nada

Está do jeito que gosta 



Ele só quer viver

E viajar 

Para conhecer

Sempre um novo lugar

É no amanhecer

Poder respirar 

Talvez ajoelhar 

Suas mão se ajuntar

E vai agradecer 

Por ver o mundo girar


.... Giovani Professor 

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

LagriMar (09/02/2026 🏝️)

 Se eu quiser sorrir

Fico por aqui

Se eu quiser chorar

Vou a beira mar 

O pranto escorre em meu rosto

Que sete onda te leve pra Odoya

Oh Iemanjá OdocIaba 

O choro que sai do meu peito

Se ajunta as águas salgadas

E eu me banho de um jeito

Que Limpa meu pensamento 

Faço uma cantiga sagrada

Pedindo benção mamãe 

Que está lá no firmamento 

Cuide do meu amanhã 

Que hoje só quero chorar

A Beira mar


Oooh minha Mãe 

Limpa essa minha cabeça 

Purifica oh Sá Mãe 

Faça que eu me esqueça 

Todo mal que passou

E que o bem prevaleça 

Minha mãe 



Giovani Professor 👨🏾‍🏫✍🏾

sexta-feira, 14 de novembro de 2025

Nunca mais contei piada

 Nunca mais eu contei uma piada

Só consigo sorrir por dentro

Por detrás das muralhas 

Que aprisionam os bons sentimentos 

O carinho, afeto e o acalanto 

Hoje encontram-se 

Em confinamento 

Dentro do meu peito 

Cadeia de ressentimento 


E o doutor que manda na prisão 

Só vagueia o dia inteiro 

Mora no cume do corpo

E lá dentro um braseiro 

Que queima dos pés até 

Meu coração 


Ou é invés é o coração que queima ele 

E a cabeça perde a visão 

Não faz sentido

Samba do Engenho

 No engenho novo 

Não tem mais plantação de cana

É um morro povoado

Por um povo tão bacana

Lá tem casa de barro

Cimento e alvenaria 

Tem prédio e mercearia 

Tem campo de futebol 

Colégio pra todo lado

Praça pra tomar um sol

E as famílias sossegado 


Pelo menos esse é um sonho que eu:

Giovani Professor que frequento esse reduto,

 desde os tempos de menino, 

e enquanto homem por muitos 

cantos trabalhei, 

em várias funções,

 desde entregar marmita, 

pintor, carregador de zinco

Concreto no corre de milhões 


E por isso chamei o povo 

Pra saudar este lugar

Que por tempos chamei lar

Vem comigo meu povo

Vamos saudar 

O engenho novo

Quem de amém vamos rezar

Pro engenho novo 

Que é de axé vem Saravá 

no engenho novo