file:///C:/Users/Lab/Downloads/portf_lio_art_stico_samba_e_cultura_popular.html
Giovani Professor
quinta-feira, 2 de julho de 2026
quinta-feira, 11 de junho de 2026
Dica
Waldir Dicá me permite botar um comentário nessa fotografia
Tá aí nego Véio que me fez repensar o que é malandragen, curtir todos sambas em todo canto da cidade, mas dá família nunca esquecer, ele me contou e mostrou as suas raízes e que pra honrar as nossas origens a gente nada que esconder, me disse que seu povo era de uma área onde passava um rio que os preto navegava era Januária pode crê pode crê
terça-feira, 14 de abril de 2026
Se deixar eu no batuque
Se me deixar batucar
Eu batuco não machuco
Toco com carinho o tambor
Rezo de Iemanjá, nanã buruque
Ogun e xangô
Mãe oxum na beira d'água
Um brado da mata
Oke Oke
Aro Jurema e Pai Oxossi
Lança e flecha para o ar
Sei que vai derrubar
Inimigo que aparece
E na escuridão tem guardião
Que é meu compadre
Com charuto e um conhaque
Não meche não comigo não
Se não vai sentir o baque
Santa guerreira
quinta-feira, 12 de março de 2026
De pé na estrada
Se você um maluco de estrada
Com uma mochila nas costa
E uma calça rasgada
A pé chinelo ou de botas
Ele não liga pra nada
Está do jeito que gosta
Ele só quer viver
E viajar
Para conhecer
Sempre um novo lugar
É no amanhecer
Poder respirar
Talvez ajoelhar
Suas mão se ajuntar
E vai agradecer
Por ver o mundo girar
.... Giovani Professor
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026
LagriMar (09/02/2026 🏝️)
Se eu quiser sorrir
Fico por aqui
Se eu quiser chorar
Vou a beira mar
O pranto escorre em meu rosto
Que sete onda te leve pra Odoya
Oh Iemanjá OdocIaba
O choro que sai do meu peito
Se ajunta as águas salgadas
E eu me banho de um jeito
Que Limpa meu pensamento
Faço uma cantiga sagrada
Pedindo benção mamãe
Que está lá no firmamento
Cuide do meu amanhã
Que hoje só quero chorar
A Beira mar
Oooh minha Mãe
Limpa essa minha cabeça
Purifica oh Sá Mãe
Faça que eu me esqueça
Todo mal que passou
E que o bem prevaleça
Minha mãe
Giovani Professor 👨🏾🏫✍🏾
sexta-feira, 14 de novembro de 2025
Nunca mais contei piada
Nunca mais eu contei uma piada
Só consigo sorrir por dentro
Por detrás das muralhas
Que aprisionam os bons sentimentos
O carinho, afeto e o acalanto
Hoje encontram-se
Em confinamento
Dentro do meu peito
Cadeia de ressentimento
E o doutor que manda na prisão
Só vagueia o dia inteiro
Mora no cume do corpo
E lá dentro um braseiro
Que queima dos pés até
Meu coração
Ou é invés é o coração que queima ele
E a cabeça perde a visão
Não faz sentido
Samba do Engenho
No engenho novo
Não tem mais plantação de cana
É um morro povoado
Por um povo tão bacana
Lá tem casa de barro
Cimento e alvenaria
Tem prédio e mercearia
Tem campo de futebol
Colégio pra todo lado
Praça pra tomar um sol
E as famílias sossegado
Pelo menos esse é um sonho que eu:
Giovani Professor que frequento esse reduto,
desde os tempos de menino,
e enquanto homem por muitos
cantos trabalhei,
em várias funções,
desde entregar marmita,
pintor, carregador de zinco
Concreto no corre de milhões
E por isso chamei o povo
Pra saudar este lugar
Que por tempos chamei lar
Vem comigo meu povo
Vamos saudar
O engenho novo
Quem de amém vamos rezar
Pro engenho novo
Que é de axé vem Saravá
no engenho novo